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As ameaças à protecção da natureza e equilíbrio ecológico

A ameaça ambiental é dos temas mais discutidos no momento, quanto mais não seja porque todos estamos a sentir as consequências dessas ameaças à protecção da natureza, quer através das notícias que vemos, ouvimos e comentamos, quer em resultado do aumento dos preços dos bens que consumimos.

O modo como interpretamos e respondemos às mensagens relacionadas com o perigo para o meio ambiental, imediato ou a longo prazo, está relacionado com factores diversos como a idade, a etnia, a comunidade onde vivemos, etc.

Mas afinal, como enfrentar a ameaça ao ecossistema que tanto nos preocupa?

As organizações internacionais mais relevantes, ainda não estabeleceram uma definição que conduza ao estabelecimento de um guia de políticas a adoptar. Assim, por exemplo, a Organização Mundial de Saúde não tem uma definição para segurança ambiental ou segurança daquilo que nos rodeia e que pode ter consequências no comportamento humano.

O “Programa para o Desenvolvimento” das Nações Unidas, apenas refere que “…as ameaças ambientais que atingem os países, são resultantes da degradação local dos ecossistemas, combinada com a degradação do sistema global”.

Em 1966, o “Departamento de Defesa” e o “Departamento de Energia” dos Estados Unidos, concordaram em conjugar esforços para minimizar os conflitos que resultam da degradação ambiental. Desde então, conceberam vários programas destinados a encontrar soluções para os problemas ambientaissoluções para os problemas ambientais e para as suas eventuais implicações em termos de segurança nacional. Um dos aspectos considerados como influenciando estes problemas, é o do crescimento da população e economia chinesas, com consequências futuras nos problemas da escassez da água, petróleo, cereais e da poluição do ar.

Outro aspecto comummente identificado como uma ameaça ambiental, é o do fabrico de armas nucleares. Calcula-se que décadas de fabrico destas armas deixaram no ambiente 400.000 metros cúbicos de “lixo” altamente radioactivo, e em consequência disso, muitos dos que vivem perto destes ambientes nucleares sofrem de doenças não facilmente explicáveis, levando a concluir que apenas o local onde essas pessoas vivem pode justificar essas doenças.

Outro risco proeminente é o tão denunciado aquecimento global.

Desde 1900 que este aquecimento tem vindo a ser registado, verificando-se que os últimos 11 anos mais quentes ocorreram após 1980.

Mas não são apenas as consequências do aquecimento global e dos “lixos” nucleares que afectam a nossa envolvente, pois de acordo com a “Agência Americana para a Protecção do Ambiente”, cerca de metade da água existente nos vários países não é boa nem para beber nem para… nadar!!!

Em consequência deste perigo ambiental, muitas são as vozes que chamam a atenção para as suas consequências sociais.

O perigo da ameaça ambiental estende-se ao risco de convulsões sociais, em consequência da forma condescendente, e até ligeira, como todos temos olhado os problemas do planeta onde vivemos.